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OBESIDADE – A epidemia dos nossos tempos

Paulo Araujo 16 Julho, 2015 0
OBESIDADE – A epidemia dos nossos tempos
OBESIDADE – A epidemia dos nossos tempos
Sabe o que é o IMC?

Desde que os antibióticos ganharam uma forte eficácia terapêutica que os problemas relacionados com a saúde, as causas de mortalidade e de morbilidade, deixaram de estar associados às doenças infecto-contagiosas, como no tempo dos nossos avós, e passaram a estar associadas ao que muitos chamam de doenças civilizacionais; as mortes por tuberculose são um bom exemplo disso.

A investigação científica tem vindo a associar estas doenças à forma como vivemos o nosso dia-a-dia, e que de forma geral se convencionou chamar Estilo de Vida.

Essa mesma investigação considera que existem 3 grandes componentes que afectam o nosso estilo de vida:

  • O que Comemos, – A nossa Alimentação
  • Como nos movimentamos, – O Exercício Físico
  • E No que pensamos, – Como lidamos com as nossas emoções

Para além da higiene, que numa visão alargada, se refere por um lado aos hábitos de higiene pessoal, como por exemplo lavar as mãos antes de comer, e por outro a um âmbito de saúde pública, o saneamento e a água canalizada, facilmente aceitamos que estes factores estejam na base de uma melhoria geral do estado de saúde e da esperança de vida.

Vários factores condicionam o estilo de vida, entre eles o Exercício Físico, a Alimentação e o controlo emocional

Vários factores condicionam o estilo de vida, entre eles o Exercício Físico, a Alimentação e o controlo emocional

Esta evidência científica dos nossos tempos, é de facto uma evidência bem antiga de todos os sistemas médicos, seja a medicina hipocrática, a medicina ayurvedica, ou a medicina chinesa.

Para esta última, as causas da doença são exactamente estas que atrás apontamos e que aqui reforçamos:

Desequilíbrios ou alterações que decorrem de:

  • Nos alimentarmos de forma incorrecta
  • Fazermos mal (pouco, muito ou de forma incorrecta) o exercício físico
  • Não sermos capazes de gerir bem as nossas emoções
  • Contacto com um ambiente insalubre (veja-se o caso da salmonela do verão passado, por exemplo)
  • Uma vida pouco higiénica

Abordaremos ao longo das próximas semanas todos estes aspectos e iniciamos hoje com os aspectos associados ao controlo do peso corporal.

Vários aspectos da vida de hoje contribuem para que as sociedades modernas tenham como a maior epidemia a obesidade.

Os critérios sobre a obesidade estão longe de ser consensuais, o Índice de Massa Corporal (IMC) é o mais conhecido.

E não é mais do que um indicador do peso de cada indivíduo em relação à sua superfície corporal, já que a forma de o calcular, corresponde a divisão do peso pela altura ao quadrado, isto é, o Peso medido em Kg a dividir pela Altura ao quadrado, medida em Metros.

Para que o leitor perceba melhor o que esta simples fórmula significa imagine um quadrado em que a medida do lado desse quadrado é a sua altura, quanto mais peso colocar nesse quadrado maior será o IMC! Nada mais simples!

imc

Fig.1a Se um sujeito tiver 1,70 M de altura e pesar 75KG o seu IMC será de 25,95

IMC

Fig.1b Se um sujeito tiver 1,70 M de altura e pesar 100 KG o seu IMC será de 34,6

Então o que pode estar mal? Nada!

Esta é uma boa relação, quanto maior for o nosso peso “mais gordos” estamos… pode calcular o seu IMC aqui.

MAS…o que não está correcto é uma interpretação individual apressada de um indicador que serve para comparar grupos de indivíduos.

Isto é, nem todos os tecidos que constituem o corpo humano, tem a mesma densidade, ou seja pesam o mesmo por unidade de volume.

O leitor recorda aquela adivinha dos tempos de escola?: O que pesa mais um kilo de algodão ou um kilo de chumbo?, claro…o peso é o mesmo, mas precisamos de mais volume de algodão do que de chumbo para pesar um kilo. É esta relação que representa o peso por unidade de volume.

Voltando então ao facto de nem todos os tecidos que compõem o corpo humano terem o mesmo peso por unidade de volume, e para explicar de forma simples, pense o leitor em três tipos diferentes de tecido:

  • Ossos
  • Músculos
  • E Tecido adiposo (gordura)

Ora cada um deste tipo de tecido tem pesos por unidade de volume diferentes, todos sabemos isso, quando, por exemplo, vemos uma pessoa que tem os joelhos e os cotovelos mais largos que outra, e constatamos que mesmo aparentando ser “mais magra”, na balança tem pesos muito parecidos, ou quando temos de transportar alguém que tem “músculos” mais desenvolvidos e dizemos parece que és de chumbo!

Estas diferenças também se fazem sentir comparando a massa gorda com o tecido muscular, e por isso comparar os valores do seu índice de massa corporal com os da tabela podem levar facilmente a avaliações erradas.

Desta forma o que é importante é que saiba qual o é o peso que será saudável para si, esse peso, está obviamente relacionado com a sua altura, mas não de forma tão simples como o faz o cálculo do Índice de Massa Corporal; depende também do seu tipo constitucional, da sua idade, do seu sexo.

Controlar o seu peso e manter um grau de magreza tão grande quanto o possível dentro dos limites do saudável é uma recomendação de todos os especialistas para combater várias doenças, como a Diabetes, o Cancro, a Depressão, e cada vez mais doenças tem sido relacionadas com o excesso de peso.

A Medicina Chinesa tem formas muito eficazes de promover a perda e o controlo de peso e disso falaremos no nosso próximo artigo.

Faça os seus comentários apresente-nos as suas questões e nós tentaremos satisfazer as suas necessidades!

Até para a próxima 5ª -feira

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Gina Morais EPRM Megamaior Megamaior Riografica

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