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Casal riomaiorense viveu de perto os atentados terroristas em Paris

Paulo Araujo 16 Novembro, 2015 0
Casal riomaiorense viveu de perto os atentados terroristas em Paris
Alexandra Neto e Carlos Beja estavam a cerca de 1 km da sala de espetáculos “Le Bataclan”

O que estava planeado ser um fim-de-semana de sonho virou dias de medo, angústia e terror para Alexandra Neto e Carlos Beja, jovem casal riomaiorense que na última sexta-feira, 13 de novembro, viajou para Paris.

O Comércio & Notícias falou com Alexandra Neto que nos relatou os pormenores e o medo sentido.

“Chegámos ao aeroporto de Orly na manhã de sexta-feira. Durante a tarde decidimos ir a Notre Dame. Vimos alguns militares armados pelas ruas mas não estranhámos visto ser uma cidade com imensos turistas. Quando estávamos para entrar todo o edifício foi evacuado, sem que nos dessem qualquer informação sobre o que se passava. Mais tarde ouvimos dizer que por essa hora o hotel onde estava uma equipa de futebol também tinha sido evacuado”.

Prosseguindo, Alexandra Neto conta: “Jantámos no hotel mas como a noite estava agradável resolvemos sair para beber café. Pelas 21h30 estávamos na Boulevard Richard-Lenoir (próximo da redacção do jornal Charlie Hebdo), em direcção à Praça Bastille onde existem vários cafés todos virados para a praça e pensámos ser um bom local para tomar café. Começámos a ver várias ambulâncias e um grande aparato policial e militar, achámos logo que algo se tinha passado mas não sabíamos o quê. Olhávamos para os parisienses e pareciam calmos como se fosse habitual aquela agitação, entretanto encerraram a estrada e ouvimos a policia especial a mandar-nos sair da avenida com calma e seguirmos em direção de La Bastille. Perguntámos o que se passava e apenas ouvimos gritar ‘terroriste, le terroriste’. Durante mais de uma hora vimos passar ambulâncias, policia, militares, e muitos carros civis a perseguir não sabemos bem quem mas terroristas com certeza”, conta Alexandra Neto que continuou o seu relato: “Entretanto sem saber bem o que se passava o meu pai liga-me de Rio Maior a dizer que tinha havido 3 atentados de bomba em Paris. Comecei a procurar franceses que tinham telemóveis e que estavam a ver as noticias, e  foi então que começámos a ter a perceção do que se estava realmente a passar. Um desses parisienses disse-me ‘meu Deus é na rua onde moro’ (estava a referir-se ao ataque na Rue de La Fontaine) ‘houve disparos e está gente morta na rua’. Entretanto fomos para o hotel, que ficava a cerca de 1 km da sala de espetáculos Le Bataclan e pediram-nos para já não sair de lá. Depois disso houve ainda mais incidentes”, concluiu Alexandra Neto.

Na manhã seguinte, Alexandra e Carlos viram “uma cidade ferida” e um olhar de medo nos parisienses, e só sentiram alívio quando ontem  chegaram ao aeroporto de  Orly, de onde viajaram para Lisboa.

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Gina Morais EPRM Megamaior Megamaior Riografica

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