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FRIMOR, Ontem, Hoje e Amanhã!

Paulo Araujo 14 Setembro, 2017 0
FRIMOR, Ontem, Hoje e Amanhã!
Opinião Jovem: Texto redigido por José Ricardo, João Pascoal e Francisco Soares

Opinião Jovem é um espaço semanal de artigos de opinião, escritos por jovens riomaiorenses para Rio Maior

 

Decorrida mais uma edição da centenária Feira da Cebola de Rio Maior que alberga os mais diversos espólios de atividade económica, cultural e de tradição do concelho, a Frimor atraía em tempos milhares de visitantes, afins de um bom negócio junto dos produtores ou até um singelo momento de convívio em família e amigos.

Passados largos anos, o evento de maior antiguidade e tradição da cidade, promove a mostra do que de melhor se faz no concelho (ou assim deveria ser), e constitui assim uma oportunidade para comerciantes/prestadores de serviços e um motivo de orgulho para todos. Fazendo jus às vontades de visitantes, este ano foi possível desfrutar de um conjunto de artistas de renome e até do nosso “conterrâneo” Tim, e um sem fim de costumes e atratividades a que a feira já nos habituou.

No seu primeiro andar e de recente implementação, é de reconhecer a melhoria de utilização de espaços e criação de um ambiente pró-empresarial e que muito veio (e vem) a beneficiar o evento na sua génese.

Em relação às “naves” rés de chão, creio existir espaço para repensar e reconfigurar espaços, orgânica de stands e suas temáticas e decerto, apurar o critério de escolha das mesmas. Querendo com isto referir-me ao exemplo das “bancas de bijuteria”, “stands de venda de produtos de limpeza”, “funerárias” entre outros, que no meu entender não têm lugar na Frimor (pelo menos, não nas naves principais) e que a sua simples colocação nas tendas adjacentes e substituição por negócios/promotores mais dignos de representação do que é original e natural de Rio Maior, constituiria uma melhoria significativa. O rés de chão da feira deverá ser o espaço nobre dedicado às principais atividades económicas e culturais do concelho!

Com isto,

Uma feira cheia de história e das mais antigas, mas que parece caminhar para uma morte lenta, que custa cada vez mais a assistir. É verdade, contudo, que se tem tentado reavivar a mesma, para exemplo disso temos o investimento feito nos artistas este ano. Surge a pergunta: será esse o investimento que a feira necessita? Olhando para o nosso excelente exemplo de como se faz um dos melhores certames do país, as Tasquinhas, nem de artistas precisamos.

Convém também notar a tentativa, pensada ou não, de vender uma identidade que não é a nossa. Falemos das picarias, pois claro. No passado recente focámo-nos em considerar Rio Maior a Cidade do Desporto, mas para reavivar a Frimor parece que nos queremos mostrar Ribatejanos. A anos-luz estamos nós de terras que realmente vivem as picarias e vibram com as mesmas. Tentem reavivar a Frimor, sim! Como feira de negócio da região e deixem para os nossos vizinhos (“mais”) Ribatejanos as touradas e picarias.

Que futuro?

Vamos apostar na dinamização do que o concelho realmente tem. Não descurar as cebolas, mas apresentar o Pão, o Desporto, a Areia, a Pedra, o Vinho e o Sal! Transformar uma feira agrícola numa feira de promoção do que realmente se produz em Rio Maior, atrair e convidar novos compradores, novos investidores, vender a feira com o que de melhor se faz em Rio Maior.

Temos nas tasquinhas uma feira de atracção e folia que representa o concelho na gastronomia, então vamos apresentar a Frimor como uma feira de promoção e mostrar o que o concelho tem para oferecer ao resto do Mundo.

 

 

 

 

 

 

 

 

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