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Cadaval: Escuteiros de Alguber celebraram 25 anos de existência

Paulo Araujo 28 Novembro, 2017 0
Cadaval: Escuteiros de Alguber celebraram 25 anos de existência
 

O Agrupamento de Escuteiros 1007 de Alguber assinalou, recentemente, os seus 25 anos de existência, celebração que contemplou a inauguração do Jardim Baden Powell, localizado na sede daquela freguesia do concelho do Cadaval.

Segundo palavras de Nuno Trindade, chefe do agrupamento, “este jardim só podia ter um nome escutista”, referindo-se a Lord Baden Powell, chefe mundial e fundador do movimento escutista. “Uma pessoa que estava muito à frente do seu tempo e que nunca pensou em reconhecimento, mas sim em fazer algo pelos outros. E é assim que deve ser sempre um dirigente do Corpo Nacional de Escutas”, defende.

O espaço onde está implantado o mencionado jardim foi antes uma casa em ruínas, segundo revela o dirigente escutista. “Por iniciativa da Câmara Municipal do Cadaval, este espaço foi comprado, para que o agrupamento ali construísse uma sede”, refere. Depois, “por motivos de falta de segurança, foi-nos proposto que a mesma não fosse ali construída”, conta o responsável.

“Posteriormente, foi ali construído um jardim, sem qualquer toponímia associada. E desde domingo, 5 de novembro, passou a ter um nome, Jardim Baden Powell”, explica, destacando a “vista privilegiada para a serra de Todo-o-Mundo, um dos ex-libris de Alguber”.

Nuno Trindade dirige um primeiro agradecimento à Junta de Freguesia de Alguber, “por ter mantido o espaço limpo e tratado, como merece, e por ter acolhido esta ideia da proposta para toponímia”.

A sua gratidão estende-se à Câmara Municipal, “que acolheu de imediato a proposta, e sempre a tratou como sendo sua, com o carinho e respeito que sempre teve para com o agrupamento de Alguber”, acrescenta.

O chefe do “1007” refere-se às duas referidas entidades como “parceiros sociais”. “Desde sempre que somos parceiros na construção de uma sociedade melhor e de um concelho melhor”, justifica.

Agradece também a todas as instituições e benfeitores que têm estado ao lado do agrupamento nos últimos anos, e enuncia: Grupo Motard Falcões de Montejunto, Sociedade Desportiva e Recreativa de Alguber, Centro Social e Paroquial de Alguber e, mais recentemente, um grupo de jovens “que tudo fazem para divulgar a sua terra, os G.A.J.A.”.

O agrupamento escutista mostra-se ainda reconhecido aos pais das crianças, considerados “pilares em todos os momentos”.

Continuar a crescer é seu intento

Fundado a 1 de Novembro de 1992, o Agrupamento de Escuteiros de Alguber mantém a ambição. “Queremos fazer uma atividade grande, este ano, e continuar a crescer. A vida escutista não pára, e os projetos são sempre mais que muitos. Há que ir caminhando”, defende Nuno Trindade.

“O Movimento Escutista é uma escola não formal e, tal como eu aposto nela para me apoiar na educação dos meus filhos, queria que o mesmo continuasse a servir os outros pais, colaborando com eles no crescimento dos filhos”, acrescenta.

Para o chefe escutista, é importante prosseguir na busca da felicidade dentro do referido movimento e, em particular, no seio do agrupamento.

“Vão sempre haver momentos menos bons que nos vão deixar tristes e que nos vão desmotivar, mas, sendo nós uma família, cá estaremos para nos apoiarmos uns aos outros e levantarmos a cabeça e caminhar”, diz.

“Só somos bons dirigentes se estivermos cá dentro para servir; nunca poderemos ser bons de fora”. Segundo Nuno Trindade, trabalhar com as crianças, todos os fins de semana, ajuda os próprios chefes a crescer. “Criticar é sempre fácil; fazer é que é obra mais complexa, mas é esta que queremos continuar; por eles, por nós e pelo 1007”, conclui.

Balanço positivo da atividade do “1007”

Nuno Trindade é chefe do agrupamento desde 10 de outubro de 2014, mas integrou o 1007 Alguber em 1994.

Dos três anos à frente dos escuteiros, Nuno faz um balanço positivo de atividade. “O agrupamento cresceu no seu efetivo; houve mais confiança nos pais para nos entregarem os seus filhos”, adianta, considerando que o 1007 é agora um agrupamento “mais respeitado”.

“A formação que construímos tem dado frutos; os nossos jovens têm conquistado alguns prémios a nível de núcleo, regional e nacional”, adianta.

Também a relação com os outros agrupamentos tem, segundo o dirigente, resultado num crescendo de confiança e de qualidade.

“Destes últimos três anos, realço sempre a participação em grandes atividades”, conta. Disso exemplo foi o ACANUC 2015 (Acampamento do Núcleo do Oeste), decorrido no Vale da Palha, concelho do Cadaval, envolvendo quase 1 500 escuteiros.

Já a primeira participação do grupo num ACANAC (Acampamento Nacional), evento que juntou 22 mil escuteiros, é considerada “inédita” e “inesquecível”.

Para o responsável, o sucesso alcançado pelo 1007 deve-se a uma equipa “coesa e ativa”. “A liderança é importante, mas se a equipa não estiver motivada, não é possível realizar os projetos. Daí que entenda que a continuidade está garantida”, assegura. “Quando acabar o meu mandato, outros estarão preparados para assumir a função de chefe de agrupamento, e, todos juntos, continuaremos a lutar pelo 1007. Graças a Deus, crianças temos, e vamos continuar a ter”, conclui.

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