A Universidade de Coimbra/Faculdade de Letras e o Teatro Académico Gil Vicente estão a organizar um Ciclo Manoel Barbosa que incidirá sobre a obra do artista contemporâneo riomaiorense, no âmbito das artes performativas, das quais foi um dos primeiros executantes em Portugal e que ao longo de décadas tem obtido projecção internacional, sendo considerado um dos históricos performers de origem europeia.
Do Ciclo, com início a 1 de Outubro no Teatro Académico Gil Vicente, constará: Orientação dum Workshop de Performance Art entre 1 e 5 de outubro; a 3, será entrevistado publicamente por quatro artistas que têm acompanhado o seu trabalho; no dia 6 de outubro, às 15h30, quatro professoras da Universidade de Coimbra, da Universidade Nova de Lisboa e uma coreógrafa, apresentarão cinco Comunicações-conferências seguidas de debate com a presença de Manoel Barbosa, e às 21h30, apresentação duma Performance operática com música live de Telectu e interpretação de Manoel Barbosa com nove performers.
Proximamente, Manoel Barbosa será entrevistado por dois professores universitários, sobre a sua vida e obra global. Está prevista também uma exposição, ainda sem data nem local.
O Ciclo culminará no final do ano com a edição dum livro-Monografia com uma longa entrevista, fotografias, análises críticas surgidas na imprensa portuguesa e estrangeira, depoimentos, oito textos analíticos de docentes universitários, uma coreógrafa, dois músicos, e uma breve biografia.
Todo o ciclo será gravado em vídeo e fotografado para posteriores edições.
Manoel Barbosa nasceu em 1951, em Rio Maior. Vive e reside em Lisboa e temporariamente em Nova Iorque.
Actividade: Pintura, Performance Art, Instalação. A convite, tem apresentado conferências em universidades também doutros países.
Inúmeras exposições e cerca de 100 obras performativas apresentadas em Portugal e no estrangeiro: museus, institutos, galerias, festivais, encontros, simpósios. Vasta bibliografia sobre a sua obra.
A convite, encerrará em Setembro, com uma Performance, a XX Bienal de Arte de Vila Nova de Cerveira que este ano comemora o 40.º aniversário. Manoel Barbosa esteve na I, II, IV e XVI bienais.




































