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MOVIMENTO “AR PURO” DENUNCIA EXPLORAÇÕES AGRÍCOLAS DE ARROUQUELAS

Paulo Araujo 13 Outubro, 2018 0
MOVIMENTO “AR PURO” DENUNCIA EXPLORAÇÕES AGRÍCOLAS DE ARROUQUELAS
 

Constituído em 2010, por cidadãs e cidadãos do concelho de Rio Maior, com o objetivo de promover a participação ativa dos cidadãos riomaiorenses nas questões de ambiente, saúde pública, qualidade de vida e ordenamento do território, o Movimento Cívico “AR PURO” emitiu esta quinta-feira, 11 de outubro, uma reclamação pública, com o conhecimento da Câmara Municipal de Rio Maior e da Junta de Freguesia de Arrouquelas, dirigida às seguintes entidades: Presidente da Agência Portuguesa do Ambiente; Comandante-Geral da GNR/SEPNA; Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo; Direção da Administração da Região Hidrográfica do Tejo e Oeste; Direção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo e Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I.P..

Segundo este movimento ambientalista “a população do concelho de Rio Maior é uma das que mais sofre com a poluição adveniente de explorações agro-pecuárias e de indústrias agro-alimentares, que têm motivado queixas frequentes das populações que as responsabilizam pela poluição das linhas de água superficiais e subterrâneas, pelos cheiros nauseabundos – gases de efeito de estufa, que contribuem para o aquecimento global e as alterações climáticas – e que lhes torna a vida insuportável”.

Num documento assinado pelo seu Presidente, António Costa, o Movimento Cívico “Ar Puro” vem agora denunciar quatro explorações agrícolas sediadas em Arrouquelas, concelho de Rio Maior, são elas a Bovipor – Agro-Pecuária, Lda., Maria Manuela Marcelino Pereira Delgado – Suinicultura, e os lagares de azeite de Luís Relveiro Vivo e Zé Parente.

Este Movimento refere que uma das referidas explorações agrícolas “colocou o gado bovino a pastar num terreno contíguo às habitações vizinhas, com tudo o que isso acarreta, dando azo: à proliferação de insectos, deposição das respectivas bostas e cheiro inerente, junto às habitações; danificação das sebes e do existente nos quintais das casas”, acrescentando que a mesma “está localizada em plena povoação e provoca fortes ruídos assim como emite gases poluentes – Metano, Amoníaco e o Ácido sulfídrico – para a atmosfera com forte odor de características desagradáveis, que tornam a vida insuportável, privando o arejamento das casas, enxugar a roupa, almoçar ou permanecer ao ar livre”.

Os efluentes dos Lagares de Azeite nas lagoas são outra das preocupações deste grupo ambientalista, “vão-se acumulando ano após ano, entrando assim em putrefacção, libertando para a atmosfera gases poluentes pestilentos , que invadem as habitações, afectando a vida quotidiana, a saúde e a dignidade dos seus moradores”, referem.

“Desde a nossa constituição, que temos vindo a acompanhar esta situação, e apesar dos nossos concidadãos e concidadãs, habitantes desta povoação, directa e indirectamente afectados pela poluição provocada por aquelas explorações, terem apresentado o seu desagrado ao executivo da Junta de Freguesia, entre outras entidades oficiais, por exemplo, a Delegação de Saúde de Santarém, o problema subsiste, tendo-se mesmo agravado”, refere o Movimento “Ar Puro”, acrescentando ainda que “em causa estão os cheiros nauseabundos, proliferação de insectos e ruídos altamente perturbadores de todos quantos residem nas suas imediações, sendo os mesmos indiciadores de provável incumprimento da legislação em vigor para estes sectores de actividade”.

O Movimento “Ar Puro” considera que “estando as acima referidas explorações situadas na proximidade das habitações, deverão os seus responsáveis ter particular precaução na operação das suas actividades”.

Às entidades a quem este manifesto foi dirigido o Movimento Cívico “Ar Puro” solicita a sua intervenção, “no sentido de ser assegurada uma frequente e especialmente cuidadosa fiscalização por parte das entidades competentes, que assegure a verificação e cumprimento de todas as normas aplicáveis e legislação em vigor, de modo a minimizar o incómodo causado, por aquelas explorações, e sentido, e vivido pelos cidadãos e cidadãs que habitam nas imediações das mesmas”.

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