
O campino não se resume ao traje, à vara ou à imagem que atravessa o Cortejo. É um ofício de conhecimento profundo do gado e do campo, experiência, técnica e uma relação com a lezíria construída no trabalho de muitas gerações.
Foi esse património humano que Coruche homenageou ontem, junto ao Mural de Homenagem à Tauromaquia, em especial António Colorau, Manuel Rodrigo, Humberto Filipe, Paulo Tomás e Daniel Silva.
O momento reuniu também as casas agrícolas participantes no Cortejo Histórico e Etnográfico.
No Dia do Campino do Sorraia, a homenagem reconheceu assim não apenas uma das figuras mais identificadoras da cultura ribatejana, mas sobretudo os homens, o saber e o trabalho que lhe dão substância e continuidade.















