
A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo (ULS Médio Tejo) e a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) formalizaram na última quarta-feira, 21 de outubro, um protocolo de cooperação técnico-científica destinado a reforçar a ligação entre o ensino médico, a investigação científica e a prática clínica.
A parceria consolida o acolhimento de estudantes do último ano do curso de Medicina nas unidades de saúde do Médio Tejo e estabelece um quadro de colaboração mais alargado, com novas oportunidades para a formação de profissionais, a partilha de conhecimento e o desenvolvimento de projetos conjuntos.
A assinatura do protocolo decorreu em Coimbra, no âmbito das comemorações do Dia da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, numa cerimónia que reuniu responsáveis académicos e representantes de várias instituições de saúde.
O acordo foi formalizado pelo Presidente do Conselho de Administração da ULS Médio Tejo, Casimiro Ramos, e pelo Diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, Professor Doutor Carlos Robalo Cordeiro.
A cooperação entre as duas instituições tem como ponto de partida uma relação já existente no domínio do ensino clínico, através da realização de estágios de estudantes do 6.º ano de Medicina nas unidades de saúde do Médio Tejo.
Com a assinatura do protocolo, esta colaboração passa a dispor de um enquadramento institucional que permitirá não apenas consolidar a formação prática dos futuros médicos, mas também desenvolver novas iniciativas de interesse comum.
Entre as áreas previstas destacam-se a supervisão de estágios, a participação de profissionais em atividades de ensino, a organização de cursos breves e seminários, a colaboração em projetos técnico-científicos e a partilha de recursos, equipamentos, documentação e conhecimento especializado.
O protocolo contempla ainda a possibilidade de participação de estudantes, docentes e profissionais de saúde em iniciativas de formação pré e pós-graduada, bem como o desenvolvimento de projetos de investigação que aproximem o conhecimento académico dos desafios concretos da prestação de cuidados.
O protocolo estabelece mecanismos de colaboração recíproca, incluindo a utilização de instalações, laboratórios e equipamentos, a participação de profissionais em atividades formativas e o apoio à concretização de projetos de ensino e investigação. As iniciativas específicas serão desenvolvidas mediante acordos complementares.














