
O Movimento Independente “Primeiro a Nossa Terra” anuncia a candidatura de Jorge Santos à presidência da União das Freguesias da Chamusca e Pinheiro Grande, no âmbito das eleições autárquicas de 2025. A iniciativa é liderada por Rui Martinho, candidato à Câmara Municipal, e compromete-se com a regeneração democrática e a valorização das pessoas e do território, apostando em perfis independentes, credíveis e profundamente ligados à realidade local.
Jorge Santos é escriturário de profissão, o candidato apresenta um percurso marcado pela dedicação à comunidade e ao movimento associativo local. O seu envolvimento em instituições como o Clube Columbófilo da Chamusca e o Centro Cultural Chamusquense demonstram o seu compromisso cívico e a vontade de contribuir para o desenvolvimento da União de Freguesias. Jorge Santos é ainda Vice-Presidente do Conselho Fiscal da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários da Chamusca, reforçando o seu compromisso com as causas sociais e com o voluntariado. O seu percurso inclui ainda passagem pela Rádio Bonfim.

Atualmente, exerce funções como 1.º Secretário da Assembleia da União de Freguesias da Chamusca e Pinheiro Grande, tendo sido responsável pela dinamização de eventos ligados à comunidade, como o Encontro de Bicicletas Antigas e o Encontro de Renault 4L, este último com grande reconhecimento a nível nacional. O candidato mantém ainda uma participação ativa nas tradições locais, como a Apanha da Espiga na Quinta-feira de Ascensão e a Segunda-feira de Sestas.
A sua candidatura representa a aposta do Movimento Independente “Primeiro a Nossa Terra” numa liderança próxima, experiente e com profundo conhecimento da realidade local, capaz de unir vontades em torno de um projeto de progresso e valorização das freguesias.
Recorde-se que o Movimento Independente “Primeiro a Nossa Terra” é liderado por Rui Martinho, candidato à Câmara Municipal da Chamusca, que tem ainda como candidato à Assembleia Municipal, o advogado e professor João Cardador, ambos comprometidos com uma nova forma de fazer política, centrada nas pessoas, na transparência e no desenvolvimento do concelho.














