Poucas divisões se usam tanto como a cozinha, e poucas dão tanto trabalho quando chega a hora de a renovar. Em apartamentos antigos de Lisboa, uma remodelação de cozinha começa quase sempre pela mesma vontade: bancada nova, móveis à medida, um chão que combine. Só que uma cozinha bem feita depende de decisões que se tomam bem antes de escolher a cor das portas, e é aí que a maioria dos enganos acontece.
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O que costuma aparecer por trás da cozinha antiga
Quando se retira uma cozinha com vinte ou trinta anos, o que fica à vista raramente é agradável. Canos de água já gastos, ligações de esgoto mal feitas, tomadas a menos para os eletrodomésticos de hoje, por vezes um foco de humidade escondido atrás dos armários. Montar a cozinha nova por cima disto é adiar o problema para daqui a pouco tempo, quando já tudo está colocado. Uma renovação séria trata primeiro do que está dentro da parede e do pavimento, e só depois pensa no que se vê.
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A ordem certa dos trabalhos
Numa remodelação de cozinha há uma sequência que compensa respeitar. Primeiro decide-se o layout, porque é ele que manda na canalização e na eletricidade. Feito isso, passam-se os canos e os cabos para o sítio certo, deixando as tomadas onde vão ficar mesmo a máquina, a placa e o frigorífico. Só então entram os revestimentos, o chão e a pintura, e por fim os móveis e a bancada. Trocar esta ordem, colocar mobiliário antes de resolver as infraestruturas, é o caminho mais rápido para abrir tudo outra vez daqui a uns meses.
Numa remodelação de cozinha há uma sequência que compensa respeitar, porque cada fase manda na seguinte:
1 – A disposição da cozinha (layout) — decide-se primeiro, porque é ela que manda na canalização e na eletricidade.
2 – Canos e cabos — passam-se para o sítio certo, deixando as tomadas onde vão ficar mesmo a máquina, a placa e o frigorífico.
3 – Revestimentos, chão e pintura — só depois de as infraestruturas estarem resolvidas.
4 – Móveis e bancada — a última fase, quando já nada por baixo precisa de ser aberto.
Trocar esta ordem, colocar mobiliário antes de resolver as infraestruturas, é o caminho mais rápido para abrir tudo outra vez daqui a uns meses.
O que pesa no orçamento
O preço de renovar uma cozinha varia bastante, e depende menos dos móveis do que se pensa. O que faz a diferença é o quanto há a mexer nas infraestruturas, a qualidade dos materiais de base e o estado em que estava a divisão. Mudar o layout de sítio, levar água e esgoto para uma parede nova ou refazer a eletricidade sobe o valor bem mais do que a escolha da bancada. Vale por isso a pena uma avaliação no local antes de fechar contas, para saber ao certo o que a sua cozinha precisa e não pagar por trabalho a mais.
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Uma equipa que responde do início ao fim
Uma cozinha junta várias especialidades ao mesmo tempo: canalização, eletricidade, carpintaria, revestimentos. Quando cada parte é feita por gente diferente que não se coordena, os erros aparecem nas juntas entre trabalhos, e ninguém os assume. Ter uma equipa própria a acompanhar tudo do princípio ao fim evita isso e dá a quem contrata um único responsável pela obra. A Obra é Fácil trata da remodelação de cozinha em Lisboa, Setúbal e Coimbra com equipas próprias, 15 anos de experiência e garantia de 5 anos sobre o trabalho. A avaliação e o orçamento no local não custam nada, e é o primeiro passo certo antes de começar a sonhar com a cozinha nova.














